Maria José Boaventura

Trajetória

Pinturas 1992 - 2016

"A arte nos coloca no mundo."

Formiguense de coração, participa ativamente da vida cultural, social e política da cidade. Acredita que arte tem o poder de alimentar a alma e o ser.

A artista acredita que a arte é a expressão de sentimentos e emoções, neste tempo em que estão todos expostos. A obra de arte é o resultado do processo do viver, do que os sentidos percebem e do que alma sente. A arte é o resultado de vivências e experiências estéticas, imagens carregadas de percepções sensoriais, emocionais e de sentimentos intrínsecos do nosso tempo.
Graduada em Biblioteconomia e especialista em Gestão e Políticas Culturais, especialista em Educação a Distância, dedicou-se aos estudos do ensino das Artes Visuais e História da Arte.
Em 1984 iniciou o Curso Livre de Pintura a Óleo com o professor Jorge Vieira na Sociedade Brasileira de Belas Artes na cidade do Rio de Janeiro.Participou de exposições e salões de Arte na Sociedade Brasileira de Belas Artes.Neste mesmo período, seus trabalhos foram selecionados para participarem da Exposição de Arte da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro, onde teve a oportunidade de divulgar seus primeiros trabalhos no Brasil e em vários países das Américas e Europa.

Numa constante filosofia de atualização, participou de vários cursos de aperfeiçoamento em pintura, desenho, cerâmica, escultura, gravura e História da Arte nas Escolas, de Belas Artes da UFMG e Escola Guignard em Belo Horizonte. Aprimorou técnicas de pintura e desenho com Nilton Bueno, Geraldo Valério, Eugênio Paccelli, Letícia Grandinetti, Lincoln Volpini, Sebastião Xant, Solange Botelho e Patrícia Leite.
Atualmente atua como Tutora presencial do curso de especialização em Ensino de Artes Visuais da Escola de Belas Artes da UFMG e administra o Atelier Maria José Boaventura.


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Transitar pelas pinturas da artista é perceber que a paisagem tem uma presença importante no trabalho, assim como a relação de afetividade pela cidade de Formiga. No primeiro momento o compromisso com a paisagem de representação histórica e documental da cidade se mistura com o desejo de fazer registros de um tempo, através da pintura.

No decorrer do trabalho o desejo de pintar e de representar a paisagem como compromisso histórico e documental é substituído pelo interesse na técnica e nas várias possibilidades que as cores, manchas, linhas e formas oferecem para a transformação na imagem. A ruptura com a pintura de observação rica em detalhes cede lugar a emoção que é intensificada por meio das deformações e das cores, surgindo como resultado do exercício constante da prática da pintura.

Portfólio da Artista